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cornitude: “Eles adoram foder meu cu, corno… e eu adoro voltar pra casa com ele bem arrombadinho e encontrar você de pau preso esperando sua dona… Muito chifrudo.
cornitude: Sua mulher manda a foto e mensagem: “Olha, corno. ele já gozou na minha bundinha, mas eu quero mais. quero dar mais. vou voltar tarde. ”
Sua mulher adora voltar para casa já de banho tomado, maridão. Relaxe e não goze. Você, ela não deixa.
“Sem ciuminho de corno! Quero você bem mansinho… Eu avisei que ia sair e ia voltar pra casa com a calcinha toda melada de porra…”
cornitude: “Vou, corno. Vou sair, sim. É vou levar a chave do seu pau. Quero você de joelho quando eu voltar.”
cornitude: “Olha bem, seu corno… Adoro voltar pra casa com o cu bem usadinho…”
cornitude: “Tô indo pra academia, cornão. Quando voltar eu quero tudo que eu mandei prontinho, ouviu?”
cornitude: “Olha bem, corninho… Agora está apertadinho… Quando eu voltar, esse cu vai estar todo larguinho. Quero você de joelho me esperando.”
cornitude: Deitada com a bundinha meladinha para cima, ela manda mensagem para voce, maridão:“pode pagar a conta aí no bar e voltar Pra casa, corno do pau preso.”
cornitude: “Aham… Vou voltar com o cu bem arrombadinho, seu corno… E quero ver você de pau preso e de joelho me esperando…”
Sua mulher adora voltar para casa já de banho tomado, maridão. E adora que você a espere em casa de pau preso…
Sua mulher adora voltar para casa já de banho tomado, maridão. E adora que você a espere de joelho.
Sua mulher adora voltar para casa já de banho tomado, maridão. E adora que você a espere de joelho na porta.
Sua mulher avisa que vai voltar da festa de carona e você fica em casa só pensando besteira, né maridão? Haja cornitude.
Sua mulher adora voltar para casa já de banho tomado, maridão? Melhor esperá-la de joelhos e manso. É assim que ela gosta. É a cornitude.
cornitude: Quinta-feira - 6 de 6 E então minha dona me deixa em casa de pau preso e sai já sem calcinha para dar pra outro macho. Fiquei esperando ela voltar sem nem poder bater um punhetinha.
cornitude: “Não te interessa onde eu vou! Mas já to avisando: vou voltar pro meu corno com essa bucetinha toda arrombada!
cornitude: “Depois você vai arrumar muito bem o meu armário e ficar sentadinho no sofá esperando sua dona voltar…”
cornitude: Chega a foto no celular do maridão: “Olha só como eu to saindo, corninho! Toda puta! Quero dar! Baguncei todo meu armário e quero tudo arrumado quando eu voltar! Te amo, seu chifrudo manso!”
cornitude: “Eu quero você no boteco aqui da esquina, sentadinho no balcão, tomando sua cervejinha de pau duro, sozinho… Eu vou receber uma visita hoje. Quando você puder voltar pra casa, eu mando uma mensagem…”
cornitude: “Claro que não vai gozar, chifrudo. Esse pau vai voltar pra gaiolinha agora. Só quem goza aqui sou eu. E eu já gozei.”
cornitude: “Quando voltar, eu quero tudo pronto d você se joelho me esperando, seu corno.”
cornitude: “Quietinho, corno… E aproveita porque, daqui a pouco, esse pau vai voltar pra gaiolinha…”
“Quando eu voltar eu quero essa cozinha brilhando de limpa, entendeu seu corno?”
cornitude: “Quer saber se eu to sem calcinha, corno? Se ficar bem mansinho eu mostro quando eu voltar pra casa…”
Aquela selfie só pra mostrar ao maridão que já está prontinha esperando o amigo chegar. Haja cornitude. Ele recebe a foto no boteco da esquina, onde espera de pau preso e tomando uma cerveja a permissão dela para voltar pra casa. Haja cornitude.
cornitude: “Vou sair com a calcinha nova que você me deu, corno. E acho que vou voltar sem.”
cornitude: “Tá louco pra saber se eu to sem calcinha, né chifrudo? Quando eu voltar, se você continuar assim, bem obediente, eu mostro.”
“Ele está vindo, corno. Quero você agora no boteco da esquina. De pau preso, bem manso. Quando eu estiver bem satisfeita, depois de gozar muito no pau dele, eu mando mensagem e aí você pode voltar pra casa… Entendeu?”
cornitude: Ela manda a foto:“To saindo, corno. Quero a casa limpa e arrumada quando voltar e você de joelho me esperando.”
cornitude: “Tchau, corninho… Me espera com tudo pronto, como eu mandei, de joelho. Vou me divertir bastante e vou voltar exausta.”
cornitude: “Tchau, corno. Quando voltar, quero você de joelho me esperando, bem manso.”
cornitude: “Não, não, não, não, não, corno. Nem a cabecinha. E aproveita que esse pau vai voltar pra gaiola daqui a pouco.”
cornitude: “Não, não, não… Nem morta de dou a chave do seu pau, seu corno… Vai ficar aqui esperando sua dona voltar de pau bem preso…”
cornitude: “Tá louco pra saber se eu to saindo com ou sem calcinha, me corno? Se içar mansinho, se cumprir todas as minha ordens e me esperar de joelho, eu deixo você ver quando eu voltar.”
cornitude: Aquela mensagem de sua bela esposa:“Estou me arrumando pra ele, corno. Quando você puder voltar pra casa eu aviso. Por enquanto, fica aí no bar, com esse pau na gaiolinha, imaginando sua dona com outro pau na boca…”
cornitude: “Assim que eu gosto. Mansinho. Tchau, corno. Vou dar. Quero você de joelho quando voltar.”
cornitude: “Adorei a calcinha nova, corno. Eu deixo você tirar ela com a boca quando eu voltar do motel.”
cornitude: Você foi pegar a bebida que sua bela esposa pediu e, ao voltar, se deparou com essa cena, maridão? Relaxe. Relaxe e não goze. Ela não deixa. É a cornitude.
cornitude: “Quer esporrar em mim também, corno manso? Não deixo. Vai voltar pra gaiolinha pra continuar assim, bem obediente.”
cornitude: “Tchau, corno. Já estou indo. Quando u voltar eu quero tudo exatamente como eu mandei.”
cornitude: “Olha meu vestidinho pra receber meu amigo pintudo, corno… Gostou? Bem putinha, né? Quando tiver gozado bastante eu mando mensagem avisando que você pode voltar pra casa… Boa cervejinha aí, chifrudo do pau preso…”
cornitude: “Aham… Olha como ele está fechadinho, corno… Agora você vai pra casa me esperar… Vou voltar com o cuzinho todo arrombado…”
cornitude: “Escolhe uma sainha pra mim, corno. E vem me vestir. Vou sair. E me dá seu cartão que eu vou comprar um sapato novo. Quando eu voltar eu quero a casa todinha limpa e arrumada.”
cornitude:“Exatamente assim. Quando eu voltar, bem cansadinha de tanto dar pro meu amigo pintudo, eu quero você assim, de joelho, com esse pau preso na gaiolinha… E você vai me dar um beijo e perguntar se eu aproveitei a minha noite.”
cornitude: “Tchau, corno. Arruma toda a casa e me espera de joelho, bem mansinho… Se fizer tudo direitinho eu te conto tudo quando voltar…”
cornitude: “Você vai ficar aqui em casa, ué. De pau preso. Bem mansinho esperando a dona voltar.”
cornitude: “Quando eu voltar eu quero você assim, mansinho, esperando mais ordens da sua dona, seu chifrudo!”
cornitude: “Quando eu voltar eu quero você assim, corno: no chão, me esperando nem mansinho com esse pau na gaiola.”
cornitude: “Vem cá. Agora. Quero dar um beijinho nesse pau tão lindo aí preso na gaiolinha, louco pra sair… Só um beijinho. Depois você voltar pra cozinha e termina de fazer tudo o que eu mandei.”
cornitude: “Nao, corno… Vai ficar só olhando… Quando eu voltar, se estiver assim, bem mansinho, eu abro sua gaiolinha e deixo você meter a cabecinha aqui…”
cornitude: “Tá vendo que eu to saindo sem calcinha, seu corno? Eu vou dar bem gostoso e quero você de joelho quando eu voltar, bem manso. Tá entendendo?”
cornitude: “Olha bem, corno… To indo com a calcinha nova que eu mandei você comprar pra mim… Mas acho que vou voltar sem ela…”
cornitude: “Eu quero você aqui, de joelho, bem mansinho, quando eu voltar bem cansada de tanto dar…. Tá entendido?”
cornitude: “Me conta, chifrudo… Como foi ficar aqui em casa esperando eu voltar do motel, hein?”
cornitude: “Não pode, não, corno… Nem uma lambidinha… Vou sair e você vai ficar aqui. Quero a casa toda arrumada quando eu voltar.”
cornitude: “Muito bem… Do jeito que eu mandei. Maridinho manso de joelho esperando a dona voltar…”